Alunos de Brusque farão visitas aos museus da cidade em parceria com a Fundação Cultural

Proposta desenvolvida pela Secretaria da Educação passa a abranger o Instituto Aldo Krieger, no Centro de Brusque

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Proposta desenvolvida pela Secretaria da Educação passa a abranger o Instituto Aldo Krieger, no Centro de Brusque

Museus
Proposta desenvolvida pela Secretaria da Educação passa a abranger o Instituto Aldo Krieger, no Centro de Brusque. Foto: Secom)

Estudantes do 4º ano da rede pública municipal de ensino terão a partir deste mês um contato mais próximo com a história de Brusque. Por meio de iniciativa da Secretaria da Educação, em parceria com a Fundação Cultural de Brusque, eles farão visitas aos museus da cidade.

A iniciativa já foi realizada em outro momento, mas agora foi fortalecida com a inclusão, também, do Instituto Aldo Krieger, no Centro de Brusque. Além dele, o Museu Arquidiocesano Dom Joaquim, no bairro Azambuja, e da Casa de Brusque, também no Centro, são outros locais inclusos no roteiro.

Segundo a diretora de Ensino Fundamental, Maria Ivone Crespi Noldin , o projeto “Visitando Museus” terá novidades desenvolvidas em conjunto com a Fundação Cultural. Ela revela que 817 estudantes dos 4º anos serão atendidos pela iniciativa, que foi lançada oficialmente no último dia 12 no salão nobre da Prefeitura de Brusque. “A ideia da proposta é tentar aproveitar as visitas para aproximar estudantes de personalidades dos quase 159 anos de história de Brusque”, conta.

Como vai funcionar

O coordenador da Fundação Cultural de Brusque, Igor Alves Balbinot, explica que os cronogramas e transporte dos alunos durante as atividades será feito pela Secretaria da Educação. “Nos locais, servidores especializados farão o acompanhamento dos estudantes. Estes, depois das experiências, participam de um concurso de redação, organizado pela Fundação Cultural”, comenta.

Museus
Proposta desenvolvida pela Secretaria da Educação passa a abranger o Instituto Aldo Krieger, no Centro de Brusque. Foto: Secom)

Serão, pelo menos, três visitas de cada turma. “Para cada uma delas, professores vão aproveitar o projeto para desenvolver atividades multidisciplinares”, completa Balbinot.

A seletiva levará em conta, além de critérios técnicos, como estrutura textual e criatividade, a experiência dos estudantes nos museus e a relação do texto com a tradição da cidade. Segundo a justificativa do projeto, as atividades são uma forma de aproximar as histórias pessoais dos estudantes, muitos deles filhos de migrantes, com o local.

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