Polícias Militar e Civil registram casos de importunação contra adolescentes

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Casos de importunação contra meninas adolescentes estão na mira da polícia em Brusque. O assunto repercutiu inicialmente nas redes sociais, na Rede de Vizinhos, através do Facebook e do WhatsApp, até chegarem ao conhecimento da Polícia Militar e Polícia Civil.

O Jornal da Diplomata acompanha a veracidade dos fatos.

É verdadeiro o áudio em que uma mãe relata a importunação contra a filha, durante uma missa no bairro Dom Joaquim no final de semana. Com a repercussão, a mãe compareceu na tarde desta quinta-feira,30, na delegacia para registrar o caso.

Acompanhe no link o relato – editado somente com a retirada dos nomes, atendendo ao pedido da própria mãe à reportagem.

Áudio da denúncia que circula pelo WhatsApp – editado.

Segundo já apurado pela Polícia Militar, as denúncias envolvem um ou até dois homens, que tentaram abordar meninas de 9 a 12 anos.

Além do caso registrado na paróquia do bairro Dom Joaquim, outra ocorrência que faz ligação com a denúncia foi registrada na Rua João Bianchini (Rua da ponte do Rio Branco), pela PM na última segunda-feira.

Acompanhe o relato do comandante do 18º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Otávio Manoel Ferreira.

Fala do comandante da PM, Otávio Manoel Ferreira à imprensa.

“Orientem seus filhos que não aceite conversar com estranhos, ou qualquer convite ou oferta”, frisou comandante Otávio em entrevista ao Jornal da Diplomata.

A Polícia Civil divulgou uma nota sobre as denúncias e pede cuidado da população na disseminação das informações.

“Em relação ao caso questionado, há um registro do caso, inicialmente tipificado como importunação sexual, crime cuja pena de reclusão pode chegar a 05 anos, já em andamento na DPCAMI de Brusque. Todas as providências iniciais foram realizadas, sendo que o procedimento, de titularidade da dra. Flávia, será encaminhado no menor prazo possível às instâncias competentes. Não há outros fatos semelhantes registrados nestes dias antecedentes, devendo ser evitado a difusão de pânico nas redes sociais, que pouco contribuem com a população”.

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