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Matriz de Risco aponta 10 regiões em estado gravíssimo e seis em nível grave; Brusque retorna ao gravíssimo

Dez regiões do estado estão classificadas com risco potencial gravíssimo e seis regiões classificadas com o nível grave de risco para COVID-19.

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A Matriz de Risco Potencial divulgada nesta quinta-feira, 07, pelo Governo de Santa Catarina e Secretaria de Estado da Saúde (SES) classifica 10 das 16 regiões de saúde catarinenses como em alerta gravíssimo (cor vermelha) para transmissão do novo coronavírus. No boletim anterior, eram 12 locais neste patamar. As outras seis regiões estão em estado grave (cor laranja).

O Alto Uruguai Catarinense, Alto Vale do Itajaí, Extremo Oeste, Extremo Sul, Laguna e Serra foram reclassificados para o nível grave (cor laranja). Enquanto as regiões de Xanxerê, Grande Florianópolis, Médio Vale do Itajaí e Oeste sofreram agravamentos nos índices e passaram para o nível gravíssimo (cor vermelha).

>> Confira a Matriz na íntegra

Dados coletados em SES leitos – 05-01-2021

De acordo com a epidemiologista Maria Cristina Willemann, a redução do número de casos foi o principal motivo para a melhoria do cenário. “Na matriz dessa semana observamos que o cálculo RT, que é o índice de transmissibilidade, sofreu redução”, destacou.

Mudança na Matriz

A Matriz de Risco Potencial passou a considerar a taxa de ocupação de leitos UTI Adulto reservados para Covid-19 no seu cálculo, na dimensão que acompanha a Capacidade de Atenção. Até então, eram considerados todos os leitos de UTI. A mudança é motivada ao se observar que as taxas de ocupação são impactadas pelo empenho para a reabilitação de leitos disponibilizados nos hospitais catarinenses que foram desativados ao longo do tempo. 

Neste momento, os demais leitos de UTI podem ser ocupados por outras razões, como a realização de cirurgias que se tornaram tempo-sensíveis. Além disso, atualmente, a maioria dos hospitais já tem um processo de trabalho organizado para reorganização dos espaços que devem ser exclusivos para atendimento de pessoas infectadas ou não, sendo que os leitos vizinhos a uma pessoa positiva ficam naturalmente reservados.

As regiões classificadas com risco Grave ou Gravíssimo registram alta ocorrência de
óbitos e o Rt aponta para a expansão da pandemia

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