Paróquia São Luís Gonzaga celebra Dia de Finados

Dez missas serão celebradas nesta terça-feira, 2 de novembro

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A Paróquia São Luís Gonzaga informa dez horários de missas para a celebração de Finados, nesta terça-feira, 2 de novembro. No capela do cemitério Parque da Saudade haverá celebração às 8h, 9h, 10h, 15h, 16h e 17h. Nas Comunidades Sagrado Coração de Jesus (Guarani) e São João Batista (Bateas), as missas acontecem às 9h. Além disso, haverá celebração na igreja Matriz às 19h e, na Casa Padre Dehon, às 19h30.
“A celebração de Finados tem para a Igreja a centralidade no dom da ressurreição. Acreditamos que Jesus morreu e ressuscitou, abrindo para nós a possibilidade de vida eterna”, explica o pároco, padre Diomar Romaniv.

Segundo ele, a celebração de Finados está relacionada com o Dia de Todos os Santos, solenidade que marcará as missas do próximo domingo, 7 de novembro. “Santos são pessoas reconhecidas pela Igreja como exemplo para o nosso caminho. São homens e mulheres limitados, pecadores e com dificuldades, mas que viveram algum elemento fundamental em Cristo, se tornando modelos para cada um de nós. Eles nos ajudam na intercessão, desde o céu, porque estão juntos de Deus e rezam por nós”, destaca padre Diomar.

Recordação

Padre Diomar lembra que o exemplo dos santos pode servir de inspiração para as reflexões e memórias de amanhã, pois os entes queridos já falecidos também deixaram suas marcas no mundo. “Queremos recordar as mesmas qualidades em homens e mulheres de nossas famílias. Assim como os santos, pecadores e limitados, mas com elementos muito bons, como a alegria, dedicação, generosidade, amor à família. Vamos rezar para que eles estejam no céu e intercedam por nós”, pontua.

O pároco ainda ressalta que Finados não é um dia de tristeza, mas de saudade e, sobretudo, de gratidão, às pessoas que contribuíram na formação de seus familiares, na vida social e da Igreja. “Queremos aproveitar para refletir sobre o sentido da morte, em todo seu mistério, dor e luto. Mas, também, na perspectiva cristã de passagem, de porta que se abre para a continuidade da vida junto de Deus. Para quem fica é triste e dolorido. Para quem parte, é o dia do encontro com o abraço misericordioso do Pai. Queremos entender o mistério da morte à luz da ressurreição de Jesus”, lembra padre Diomar.

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