A campanha Janeiro Branco é um movimento nacional de conscientização sobre a importância da saúde mental e emocional. Criada em 2014, por psicólogos de Uberlândia (MG), a iniciativa surgiu com o objetivo de incentivar as pessoas a refletirem sobre suas emoções, comportamentos e relações logo no início do ano, período simbólico de recomeços, planejamento e novos propósitos.
O mês de janeiro foi escolhido justamente por representar uma “folha em branco”, um convite para que cada pessoa possa escrever uma nova história, priorizando o equilíbrio emocional, o autoconhecimento e o cuidado com a mente, assim como já acontece com campanhas voltadas à saúde física.
A Coordenadora de Saúde Mental, Eli Menegassu, e o enfermeiro e coordenador do CAPS-AD, Obadias de Souza, comentaram sobre a rede de atendimento municipal em entrevista ao Jornal da Diplomata nesta terça-feira, 14.

Objetivos da campanha
O Janeiro Branco busca ampliar o debate sobre saúde mental, combater o preconceito e estimular a procura por ajuda profissional quando necessário. Entre os principais objetivos estão:
Promover a valorização da saúde mental como parte essencial da saúde integral;
Incentivar o diálogo aberto sobre emoções, ansiedade, depressão e estresse;
Alertar para a importância da prevenção e do cuidado contínuo;
Reduzir o estigma relacionado aos transtornos mentais.
Temas abordados
A campanha trabalha temas que fazem parte do cotidiano da população, como:
Autoconhecimento e inteligência emocional;
Ansiedade, depressão e esgotamento emocional;
Relações interpessoais e saúde emocional no trabalho;
Qualidade de vida, autoestima e propósito;
Prevenção ao suicídio e acolhimento emocional.
Ao longo do mês, instituições públicas, privadas e profissionais da área da saúde promovem ações educativas, palestras, rodas de conversa e campanhas informativas, reforçando que cuidar da mente é tão importante quanto cuidar do corpo.
O Janeiro Branco deixa como principal mensagem que falar sobre saúde mental é um ato de cuidado, responsabilidade e humanidade, e que buscar ajuda é um sinal de força, não de fraqueza.


