O aumento dos casos de Alzheimer no Brasil tem preocupado especialistas e reforça a necessidade de atenção à saúde da população, especialmente diante do envelhecimento acelerado.
A doença, que é a forma mais comum de demência, é caracterizada pela perda de memória recente, alterações cognitivas e mudanças de comportamento. Apesar de não ter cura, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado ajudam a retardar a progressão dos sintomas.
Dados recentes indicam que entre 1,2 milhão e 1,8 milhão de brasileiros convivem com Alzheimer ou algum tipo de demência. Somente em 2025, o Sistema Único de Saúde registrou mais de 56 milhões de atendimentos relacionados à doença.
A projeção é de que os casos possam quase triplicar até 2050, o que aumenta a pressão sobre o sistema de saúde e evidencia a necessidade de políticas públicas e planejamento para o cuidado com os pacientes.
O médico neurologista, José Lizardo Sion Cantos, falou ao Jornal da Diplomata.
