A Câmara de Relações Trabalhistas da FIESC promove, no próximo dia 25, um importante encontro para discutir temas estratégicos que impactam diretamente a indústria e o mercado de trabalho. Entre os assuntos centrais está a possibilidade de extinção da jornada 6×1 — modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos com um dia de descanso.
A proposta de redução da jornada, que tramita no Congresso Nacional, tem gerado forte debate entre parlamentares e representantes do setor produtivo. Lideranças empresariais defendem que, caso haja mudança na legislação sem redução de salários, o governo apresente medidas compensatórias, como a desoneração da folha de pagamento, para minimizar os impactos financeiros às empresas.
Parlamentares ligados à indústria e ao comércio avaliam que a adaptação à nova escala poderá elevar custos operacionais, especialmente em setores que demandam funcionamento contínuo. Por isso, a articulação em Brasília busca alternativas fiscais que garantam equilíbrio econômico e preservação de empregos.
Segundo a presidente da Câmara de Relações Trabalhistas da FIESC, Rita Conti, o encontro do dia 25 será fundamental para alinhar posicionamentos e avaliar os reflexos da possível mudança na jornada de trabalho. A pauta também deve incluir outros temas relevantes relacionados à legislação trabalhista, competitividade e segurança jurídica para as empresas.
Rita Conti participa de entrevista ao vivo para detalhar os pontos que estarão em discussão e as expectativas do setor produtivo diante do cenário nacional.


