Presidente da Câmara, com base aliada, recua sobre contratação de assessores

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Em meio aos rumores de que a presidência da Câmara estudava a possibilidade da contratação de assessores parlamentares, muitos comentários borbulharam nos bastidores do setor político. No entanto, houve um recuo sobre o planejamento, divulgado por meio de uma nota oficial emita pela assessoria de imprensa da Câmara, nesta segunda-feira, 26.

A nota de esclarecimento diz:

O presidente da Câmara Municipal de Brusque, vereador José Zancanaro (PSB), esclarece que, após reunião realizada na última quarta-feira, 20 de fevereiro, a base aliada ao governo municipal, composta por 10 vereadores, avaliou por unanimidade que o atual momento político e econômico é inoportuno para a criação de novos cargos comissionados na estrutura do Poder Legislativo.

Tal medida havia sido cogitada como forma de conferir mais suporte aos trabalhos legislativos, permitindo que cada vereador tivesse seu próprio assessor parlamentar. Inobstante, a intenção de reformulação da estrutura administrativa traria economia aos cofres públicos, reduzindo custos com o funcionalismo público. 

Relembre

Ao assumir o cargo de presidente do legislativo, o próprio vereador José Zancanaro, falou publicamente da sua posição favorável a contratação de assessores, bem como de projetos para construção de novos espaços e a ampliação da Câmara. Em entrevista ao Jornal da Diplomata, no dia 22 de janeiro, Zancanaro destacou seu posicionamento pelo retorno dos assessores no serviço do poder legislativo.

Citou mudanças efetivadas na gestão do ex-presidente Guilherme Marchewsky, ex-presidente do legislativo.

“O Guilherme tirou toda assessoria dos vereadores e estruturou o poder legislativo – a câmara em si. Entra um vereador que é novo, inexperiente, até ele aprender o trâmite, o regimento interno, a lei orgânica, acabou o mantado dele. O vereador teria que ter alguém para assessorar. A estrutura administrativa da Câmara não tem compromisso com o vereador, fazem espontaneamente e colaboram”, frisou.

Ampliação –  O projeto de ampliação do prédio da Câmara foi outra meta da nova presidência, que iniciou o ano legislativo como um dos focos de trabalho.

No entanto, na semana passada, um comunicado arrefeceu o planejamento, visto que o Ministério Público encaminhou à Prefeitura um ofício que informa a desistência da sessão do imóvel onde hoje funciona a Câmara Municipal para a instalação da sede do MPSC em Brusque.

O documento comunica a suspensão da negociação com o município, sob a justificativa de que “a solução encontrada não atende aos interesses do MPSC”. O vereador Jean Pirola discursou sobre a posicionamento do MP e lamentou a desistência das negociações.

“Todo um trabalho foi feito, viriam recursos estaduais e não teríamos custo algum para ter uma casa legislativa nova e uma sede para o Ministério Público, com plenário de uso compartilhado – justamente para economizar espaço, tempo, dinheiro, pessoas. É uma pena. Quem perde somos nós, é Brusque, a sociedade e até o Ministério Público, que agora terá de alugar salas”, lamentou.

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