Samae e Fundema verificam denúncias em área rural no Zantão

Conforme o diretor-presidente do Samae, atividades no local estão colocando em risco o tratamento de água na ETA Zantão

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Durante a manhã desta terça-feira, 16 de fevereiro, o diretor-presidente do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) de Brusque, Luciano Camargo; e a superintendente da Fundação Municipal de Meio Ambiente (Fundema), Ana Helena Boos; se deslocaram até uma propriedade rural próxima da Estação de Tratamento de Água (ETA) do bairro Zantão.

No local, desde a última semana estão ocorrendo denúncias de supressão de vegetação em Área de Preservação Permanente (APP) e, também, de atividades que colocam em risco o manancial existente na propriedade. Este mesmo curso de água, inclusive, é responsável por abastecer toda a ETA Zantão.

Conforme Camargo, uma estrada de barro vem sendo aberta por máquinas pesadas nos últimos dias, sem qualquer tipo de projeto ou licença. O diretor-presidente afirma que os resíduos como barro, troncos e vegetações estão sendo descartados às margens da nascente.

“Se cai uma chuva um pouco mais forte, essa lama que foi resultado dessas intervenções pode parar toda dentro da nascente. Existe o risco de termos que parar o tratamento por dias se algo não for feito”, ressalta.

Agora, a Comissão Gestora de Meio Ambiente do Samae (Cogemas) ficará responsável pela produção de um laudo que será encaminhado à Fundema ainda nesta semana. O documento irá embasar possíveis tomadas de decisão, como a notificação e ou autuação dos proprietários do imóvel, além do embargo dos serviços que estão ocorrendo no local.

Além disso, o setor jurídico da autarquia também já trabalha em uma notificação ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) acerca do fato.

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