Justiça reconhece que Luciano Hang não realizou prática abusiva em favor de Ari Vequi

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral apresentada pelas coligações de Paulo Eccel (PT) e Ciro Roza (Podemos),

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A Juíza Eleitoral, Clarice Ana Lanzarini, julgou improcedente a Ação de Investigação Judicial Eleitoral apresentada pelas coligações de Paulo Eccel (PT) e Ciro Roza (Podemos), que buscava a cassação da diplomação dos mandatos do prefeito e vice eleitos Ari Vequi (MDB) e Gilmar Doerner (DC). Eles alegavam que o apoio do empresário Luciano Hang afetou a igualdade de condições entre os candidatos.

Na decisão, a juíza destacou que não configurou nenhum abuso o engajamento de empresário na campanha. Ela também afirmou que o envolvimento de Hang no pleito foi uma conduta legítima a de qualquer cidadão comum. “Há de prevalecer, nesse caso, a proeminência da garantia constitucional da livre manifestação de pensamento”.

A ação apresentada pelos partidos: Podemos, Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Verde (PV) e Partido Socialista Brasileiro (PSB) ainda pedia que os candidatos ficassem inelegíveis por oito anos, pedido este também não acatado pela juíza. “Pensar diferente, implicaria em desconsiderar a vontade popular expressa nas urnas e impedir que os eleitos continuem a ocupar os cargos para os quais foram conduzidos de forma democrática e soberana. As condutas questionadas na presente demanda, portanto, não causaram impacto no resultado do pleito eleitoral pretérito”, afirmou a juíza na decisão.

O empresário Luciano Hang, afirmou que a decisão já era a esperada, pois o seu envolvimento na campanha foi uma prerrogativa cabível a qualquer pessoa que quer o melhor para o seu município. “Vivemos num país livre e democrático. Os candidatos que perderam as eleições deviam respeitar a vontade do povo, expressa nas urnas e não tentar tomar o poder a qualquer custo. É importante saber perder”.

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