Polícia Civil cumpriu mandados em residências, comércios e galpões usados para armazenar mercadorias ilegais
A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou, na manhã desta quinta-feira (7), a Operação “Fake Brand 2”, com foco no combate à pirataria e à violação de direitos de marca em Brusque. A ação foi coordenada pela Delegacia de Investigação de Crimes Ambientais e contra as Relações de Consumo (DCAC/DEIC).
Ao todo, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em pontos considerados estratégicos, incluindo residências de investigados, estabelecimentos comerciais e galpões utilizados para armazenamento e distribuição de produtos ilegais.
Grande quantidade de produtos falsificados apreendida
Durante as diligências, os agentes localizaram um grande volume de mercadorias contrafeitas. Entre os itens apreendidos estão peças de vestuário de marcas de luxo e esportivas, além de etiquetas, acessórios e insumos utilizados na falsificação dos produtos.
O material indica a existência de uma estrutura organizada para produção e comercialização de itens piratas, o que reforça a suspeita de atuação de um grupo criminoso estruturado.
Investigação busca desarticular esquema
A Operação “Fake Brand 2” é um desdobramento de investigações em andamento que visam identificar e desarticular redes de falsificação e venda de produtos ilegais no estado.
Segundo a Polícia Civil, esse tipo de prática causa prejuízos à economia, afeta diretamente empresas regularizadas e pode representar riscos ao consumidor, já que os produtos não passam por controle de qualidade.
Material passará por perícia
Todo o material apreendido será catalogado e encaminhado para perícia técnica, que deve auxiliar na apuração dos fatos e no andamento do inquérito policial.
As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos no esquema e rastrear a movimentação financeira do grupo, com o objetivo de desarticular completamente a atividade criminosa.
Combate à concorrência desleal
De acordo com a Polícia Civil, a operação reforça o trabalho de combate à concorrência desleal e à comercialização de produtos falsificados, protegendo tanto o consumidor quanto o comércio formal.
A atuação também busca coibir práticas que impactam negativamente o mercado e comprometem a arrecadação de impostos.

