Fundadoras do Grupo Mulheres de Ferro falam sobre retomada das Corridas de Rua

Publicidade
Utilidade pública

Quando correr é muito mais que uma atividade física, o estilo de vida fala mais alto. Os efeitos da pandemia desafiaram o mundo esportivo e no caso das corridas de ruas a falta de competições e restrições sanitárias provocaram desafios e superações.

Em Brusque, o Grupo Mulheres de Ferro, após um ano de pandemia, vive sob a expectativa do retorno de competições. Em Santa Catarina, iniciam as provas testes, corridas de verificação, mediante os protocolos sanitários formulados pelo Governo do Estado, em parceria com a entidades ligados ao setor esportivo.

Elizete Gianesini Felix e Tatiana Erber na Diplomata FM
Elizete Gianesini Felix e Tatiana Erber

Elizete Gianesini Felix e Tatiana Erber, coordenadoras Mulheres de Ferro, falaram ao Jornal da Diplomata sobre a importância do retorno das corridas.

Conforme Elizete, que é corredora há 28 anos, o começo da pandemia fez com que os atletas, amadores e até profissionais, buscassem pelo aspecto criativo nos treinos.

“Começamos a correr no nosso jardim, depois voltamos a treinar nas ruas em grupo menor, depois surgiram as corridas virtuais e para nos mantermos inspiradas corremos pelas datas de aniversários, tudo era motivo para ajudar a outra e principalmente pela saúde e o bem-estar”, frisou Elizete.

Grupo Mulheres de Ferro pousa durante treino em corrida no município de Nova Trento (Imagem/Divulgação)

Tatiana destacou que o período de treinos solitários e de incertezas no calendário de competições provocou um novo momento, aliado ao retorno de atletas nas provas e o surgimento de uma nova demanda de corredores de rua, em busca pelo estilo de vida saudável.  

“Foram muitas mudanças, a gente recebe mensagens de mulheres para iniciarem – temos repassado informações e principalmente a segurança e apoio, pois olham que o Mulheres de Ferro é uma referência, mas nós começamos da forma básica, através da caminhada”, explicou Tati.

Quando o assunto é protocolo, Elizete analisa com positividade, embora, o “novo normal”, possa causar estranhamento, acompanhado de certa ansiedade para quem está fora das pistas há mais de um ano.

A retomada oficial acontece a passos lentos, mas, a tendência é o crescimento no calendário de competições.

Equipe do Grupo Mulheres de Ferro durante treino e passagem pelo bairro Dom Joaquim (Foto: Divulgação)

Duas grandes corridas de verificação foram transferidas em Florianópolis. Elizete considera que por ser na capital, o fator de ser um grande centro dificulta os aspectos de organização.

“É preciso ter um início e ter uma noção de como vai ser esse retorno e depois fazer as adaptações necessárias”, comentou Tati.  

Neste final de semana, acontece o Desafio Beto Carreiro, com a participação de representantes da região. Em Brusque, está programada para o mês de agosto a realização de uma prova de maratona.

Grupo Mulheres de Ferro completa quatro anos de atividades em 2021

Enquanto os eventos são retomados aos poucos, o Grupo Mulheres de Ferro avança em direção aos quatro anos de atuação.

“Nossa cidade tem essa vocação, temos vários grupos na cidade e somos amigos de todos, temos várias coisas para acontecer no segundo semestre e seguimos treinando, acredito que é possível sim, voltar com segurança e respeito”, finalizou Elizete.

Acompanhe a entrevista concedida ao Jornal da Diplomata.

Equipe do Mulheres de Ferro no Morro do São José, em Guabiruba (Imagem/Divulgação)
Publicidade
Últimas notícias

Covid-19: Confira o boletim epidemiológico desta terça-feira (27)

Nas últimas 24 horas, 45 novos casos da doença foram registrados em Brusque São 27.546 os casos confirmados de Covid-19...
Publicidade
WhatsApp chat