Vereadora sofre pedido de cassação por defender abertura de CPI; Marlina se manifesta

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Durante a sessão ordinária do dia 15/03, da Câmara de Vereadores de Brusque, Marlina Oliveira (PT) defendeu a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar as suspeitas de delitos contra a administração pública envolvendo servidores da Samae, o serviço municipal de água e saneamento. As denúncias foram veiculadas na imprensa local.

Em resposta, a vereadora sofreu pedido de cassação do mandato, por suposta quebra de decoro parlamentar. Marlina justificou que todas suas declarações foram embasadas em depoimentos documentados e assinados pelos depoentes em processo administrativo.

“O pedido de cassação claramente é uma tentativa de me calar, intimidar, abafar as graves denúncias que pairam sobre o Samae de Brusque e cercear as atividades e atribuições do meu mandato parlamentar”, defende.

O pedido protocolado no dia 21 junto à corregedoria da Câmara Municipal é assinado por Luciano Camargo, atual diretor-presidente da autarquia e um dos denunciados.

“Não irão me calar, nem me intimidar, meu trabalho continuará avançando e continuarei desempenhando o papel e função para o qual fui legitimamente eleita. Em um Brasil, onde mulheres como Marielle Franco pagam com a vida a sua determinação em ocupar espaços, não serei eu que permitirei que nos diminuam, nos abafem ou nos cerceiem”, conclui.

Marlina Oliveira é servidora pública municipal, doutoranda em Educação e cumpre seu primeiro mandato na Câmara de Brusque. É a única mulher e a única pessoa negra a compor o parlamento do município.

Texto: Assessoria de Imprensa

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